Skip to content

Posts Recentes

4 dicas práticas para reduzir a e... 4 dicas práticas para reduzir a evasão no seu cursinho

novembro 13, 2019

Seu cursinho enfrenta dificuldades em reduzir a evasão? Descubra nesse artigo dicas práticas de como motivar e engajar os alunos da sua instituição.

Muitas pessoas tem um sonho que desejam alcançar ao longo da sua jornada e, ao menos uma vez na vida, ele está relacionado a educação e a formação delas como pessoas. Entretanto o caminho para se chegar lá é longo e demanda muito mais do que apenas o tempo para o estudo.

São vários os obstáculos que aparecem na vida do estudante que podem levá-lo a desistir dos estudos, como por exemplo: dificuldades de aprendizagem, má gestão das instituições de ensino, problemas financeiros, etc. Algumas situações são incontroláveis (ex: questões financeiras) e outras podem ser contornadas pela sua instituição de ensino de forma a reduzir a evasão. Veja as 5 dicas que separamos para você manter os seus alunos engajados e motivados ao longo do ano:

1) Entenda os custos da evasão e mapeie os principais motivos

Os exemplos que citamos acima sobre os motivos que levam um aluno a desistir de estudar pelo seu cursinho ou escola são exemplos mais genéricos. Cada instituição tem um perfil diferente de estudante e entender a realidade de cada um deles vai ajudar no mapeamento da origem da evasão.

Esse mapeamento deve ocorrer juntamente com o entendimento de quanto custa a saída de um aluno da sua escola/cursinho. Já dizia o grande teórico do marketing Philip Kotler: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”. Os esforços para manter um aluno que já conhece a sua instituição e confia no método aplicado pelos professores representa uma economia grande para o seu negócio.

2) Acompanhe a frequência dos alunos

A saída de um aluno não acontece da noite para o dia, e ele pode dar alguns sinais antes de abandonar os estudos. O primeiro deles pode ser a ausência nas aulas de forma mais frequente. É importante que a sua escola/cursinho tenha um sistema de monitoramento de presença e faltas para que aconteça uma aproximação efetiva com os seus alunos. Dessa forma você consegue entender quando o aluno está demonstrando falta de engajamento e ter uma abordagem de ajuda para que ele possa ter o apoio necessário.

3) Entenda se a metodologia está ajudando o aluno

O seu aluno está no centro de todo o aprendizado que é passado pelos professores? Em uma sala de aula tradicional as informações são passadas de forma unilateral para os alunos, e na maior parte das vezes ignora que cada um tem uma forma diferente de aprendizado. Muitas escolas e cursinhos estão propondo uma abordagem PBL (Aprendizagem Baseada em Problemas) de forma que o estudante possa incorporar conceitos por caminhos alternativos, por meio de projetos transdisciplinares.

4) Invista em tutoria online

Reduzir a evasão não é um problema com uma resposta simples, como você pode ver ao longo do texto. Muitos estudantes sentem dificuldade de aprender em sala de aula, e após o término de uma aula com o professor, o momento de estudar sozinho fica mais complicado.

Alguns cursinhos e escolas já possuem o seu próprio sistema de monitoria com professores, ex-alunos e voluntários que estão dispostos a ensinarem por mais tempo para quem vai prestar o vestibular. Entretanto essas sessões de monitoria contam com vários problemas como salas lotadas, dificuldade de locomoção dos alunos para um espaço físico onde possam tirar suas dúvidas e falta de disponibilidade dos voluntários que vão ajudar nesse processo.

É nesse momento que entra a tutoria online. Ela é uma forma de estender a influência das monitorias na vida dos alunos em qualquer hora do dia que eles sentirem a necessidade de aprender mais. Por exemplo, pode ser que o aluno tenha dificuldades em Equações do 2º grau em Matemática, e após sair da aula, queira tirar uma dúvida com o professor fisicamente. Só que o professor pode ter que dar outras aulas e tem um espaço de tempo muito curto para dar atenção ao aluno. Com a tutoria online esse tipo de situação não acontece mais, e o estudante pode ser ensinado a qualquer momento.

Conclusão

Existem várias possibilidades de reduzir a evasão dos seus alunos, e cada uma pode se adequar de forma diferente a sua instituição de ensino. A equipe do TutorMundi desenvolveu uma forma de contornar alguns desses problemas através de relatórios personalizados para cada aluno por meio de uma plataforma que capta dados de aprendizado em tempo real. Caso queira conhecer mais sobre a nossa solução clique aqui.

...

O que é a avaliação diagnóstica e... O que é a avaliação diagnóstica e como ela pode ajudar a sua escola

novembro 7, 2019

Para garantir a qualidade do ensino e manter ele como referência para outras instituições, as escolas devem revisar sempre as metodologias usadas para avaliar os alunos. O ponto chave dessa revisão e atualização de processos está fundamentado na avaliação diagnóstica, mas o que exatamente significa esse termo? Confira no nosso texto o que é e como se beneficiar desse recurso na sua escola.

Como surgiu a avaliação diagnóstica?

A ideia de avaliação diagnóstica surgiu no momento em que as escolas públicas decidiram eliminar a necessidade de repetência do ano escolar no ensino fundamental com a progressão continuada. A progressão foi implantada de acordo com as recomendações contidas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996.

Para entender o impacto da criação dessa avaliação é importante entender sobre outros tipos de avaliação como as somativas e as formativas. Veja o que cada uma representa no processo educacional dos alunos:

Avaliações Somativas

São aquelas que avaliam a aprendizagem dos alunos no término de determinado período. Geralmente elas decidem o destino dos alunos na sua evolução do conhecimento escolar, se vão avançar de série ou repeti-la. As avaliações somativas são guiadas pela aprovação por meio de notas. Veja abaixo um exemplo de avaliação somativa:

avaliação somativa
Avaliação somativa

Avaliações Formativas

São aquelas que promovem feedbacks mais ágeis para os alunos, sobre pontos que eles precisam melhorar de forma mais rápida em seu aprendizado. Veja um exemplo abaixo de avaliação formativa:

avaliação formativa
Avaliação formativa

Avaliações Diagnósticas

Já as avaliações diagnósticas contribuem para o conhecimento dos alunos promovendo a aprendizagem por meio da análise da adequação entre o programa de ensino e os conhecimentos dos alunos. É comum que elas sejam aplicadas no início do ano, para que o professor tenha tempo de planejar e adaptar o seu plano de aula as necessidades da sua turma. Veja um exemplo abaixo de avaliação diagnóstica:

Avaliação diagnóstica
Avaliação diagnóstica

Veja no quadro abaixo como cada uma das avaliações se diferenciam entre si sobre o que representam, quando ocorrem, para que servem e para quem servem:

tipos de avaliações escolares
Quadro comparativo de tipos de avaliações escolares.
Fonte: Ana Rita de Souza – SESI

Como minha instituição de ensino pode se beneficiar da avaliação?

Pela avaliação diagnóstica é possível avaliar o método de ensino, competências, e habilidades de uma forma mais rica e analítica. Outros sistemas valorizam mais a nota alcançada no fim do bimestre/trimestre/ano letivo do aluno e isso pode prejudicar a evolução do aprendizado.

No planejamento dos métodos avaliativos deve se levar em conta como cada objetivo será acompanhado. Alguns serão realizados por meio de prova; outros, por meio de um projeto interdisciplinar; outros, por meio de uma apresentação oral, etc. 

A partir da necessidade apresentada pelos alunos é possível montar um mapa de prova, que pode ser agrupado pelas habilidades e conteúdos específicos. Isso permite que as fragilidades dos alunos sejam observadas com mais clareza pelos docentes. Veja abaixo um exemplo de mapa de prova:

Mapa de prova
Fonte: Primeira Escolha

Dessa forma os alunos podem ser agrupados de acordo com suas principais dificuldades. Além disso há a possibilidade de um trabalho mais individualizado com tais grupos, e também, permitir um feedback particular a cada aluno.

Como colocar em prática?

Existem várias formas de aplicar as avaliações diagnósticas e colocá-las em prática na sua instituição de ensino. Veja algumas ideias que separamos para você:

Debates

Os debates representam uma forma bem interessante dos alunos aplicarem o conhecimento adquirido com as próprias palavras, experiências e vivências. Além disso é uma forma dos alunos praticarem o valor da empatia, do saber ouvir, respeito e paciência com a opinião do outro.

Redações

Desde a etapa de alfabetização, os alunos são estimulados a produzirem conteúdos escritos que ajudam no aprendizado de regras gramaticais, vocabulário e níveis de escrita. Promover a constante produção de redações na sua escola pode ajudar a identificar possíveis lacunas a serem preenchidas com aulas mais personalizadas.

Tecnologia na sala de aula

Muita coisa evoluiu nos últimos 10 anos no que se refere a tecnologias digitais, e a sala de aula não ficou fora dessa constante mudança. A inclusão de aplicativos digitais não é apenas um caminho alternativo no ensino, é uma urgência, afinal qual aluno hoje não tem acesso a internet?

Pensando nessa evolução, muitas startups de educação desenvolveram ferramentas que dão um suporte para a análise e atuação em uma avaliação diagnóstica. Uma das principais é o TutorMundi, no qual o aluno pode buscar o conhecimento ativamente se conectando com tutores que estudam nas melhores universidades do Brasil como ITA, USP, IME, Unicamp, UFRJ, UFMG.

Por meio da ferramenta é possível saber quantas dúvidas os alunos tiveram em cada matéria, quantas horas foram estudadas e quais subtópicos geram maior dificuldade. Caso queira fazer uma consulta especializada sobre a sua escola clique aqui.

Conclusão

O papel da avaliação diagnóstica é acima de tudo dar oportunidades para os alunos aprenderem da melhor forma possível de acordo com as suas necessidades. A identificação dos pontos fortes e fracos dos alunos permite que as escolas possam entregar ações pedagógicas que vão beneficiar não somente os estudantes, mas a instituição de ensino como um todo.

...

Melhore o ensino da sua escola co... Melhore o ensino da sua escola com 3 conceitos propostos por pensadores da educação

novembro 6, 2019

Sua escola tem dificuldades no acompanhamento do processo de aprendizagem dos alunos e não sabe por onde implementar melhorias? Conheça mais sobre o trabalho de 3 teóricos da educação e se inspire para mudar a realidade de ensino da sua instituição.

Uma breve introdução sobre o papel das escolas

Você sabe quais foram as primeiras escolas a serem fundadas nos moldes que conhecemos hoje? Quais foram os impactos dos primeiros modelos educacionais? E como melhorar o ensino das escolas através da aprendizagem se tornou um desafio cada vez mais atual?

O surgimento da escola com divisão de salas e séries, e o professor ditando o que os alunos devem fazer tem a sua origem no século 12 d.C na Europa medieval, mantendo o conhecimento restrito aos membros da Igreja e poucos nobres adultos. Por muito tempo esse ensino foi eficaz e de certa forma cumpriu com os objetivos propostos pela época. Mas o mundo mudou muito nos últimos 9 séculos com o surgimento e desenvolvimento dos bancos, imprensa, carros, aviões, rádio, televisão, internet, celular em uma velocidade alta. Um dos poucos setores que sofreu mudanças foi a educação.

Podemos perceber essa estagnação observando as imagens abaixo. A primeira é o retrato de uma escola há aproximadamente 100 anos atrás e a segunda um retrato de uma escola atual.

As estruturas das salas permanecem as mesmas: o professor continua sendo a autoridade detentora do conhecimento, transmitindo informações de forma homogênea para os alunos que se sentam em fileiras e aprendem as matérias da mesma forma, independente das suas necessidades pessoais.

A origem do problema

A questão é que esse problema já foi identificado e as suas consequências são percebidas de uma forma cada vez maior, não importando se o cenário da escola é público ou privado. Por mais que o significado da escola venha do grego ‘scholé’, que significa lugar do ócio, espaço para reflexão, o que mais temos visto hoje é a cobrança por resultados e aprendizados dos alunos considerando que todos eles sejam uma massa uniforme de pessoas que aprendem da mesma forma.

Um desses problemas é a distorção idade-série, ou seja, a proporção de alunos com mais de 2 anos de atraso escolar. Um exemplo disso é quando o aluno reprova ou abandona os estudos por dois anos ou mais, durante a trajetória escolar, e como consequência acaba repetindo uma mesma série. Nesta situação, ele continua a estudar, mas com defasagem em relação à idade considerada adequada para cada ano de estudo, de acordo com a legislação educacional brasileira.

Se considerarmos o atual cenário brasileiro de escolas públicas e particulares urbanas e rurais, fica evidente que o atual sistema precisa ser repensado, visto que na maioria dos estados a distorção está entre 15 e 20% dos alunos das escolas. Veja no gráfico abaixo a distribuição do problema em cada região do Brasil:

Distorção idade série – Brasil 2018 – Escolas públicas e particulares rurais e urbanas.
Fonte: QEdu
Distorção idade série – Brasil 2018 – Apenas Escolas particulares urbanas.
Fonte: QEdu

Mesmo quando analisamos apenas escolas particulares em áreas urbanas, existe um percentual considerável de alunos que estudam em séries avançadas sem ter o conhecimento básico de séries anteriores em diversas matérias, com destaque para as principais: Português e Matemática. As causas para esse problema são diversas, mas se destaca o fato que um professor não tem condições de atender individualmente todos os alunos de uma sala de aula, elaborar provas, corrigir provas, elaborar um plano de aula, dar aulas simultaneamente.

Existem esforços de governos e empresas para que a aprendizagem dos alunos e a personalização do ensino deles sejam multiplicados pelas escolas país afora.

Como melhorar o ensino da escola?

Uma das formas que a escola busca melhorar o ensino além da sala de aula é a busca por metodologias que desenvolvam o ambiente de aprendizagem. Veja 3 conceitos elaborados por pensadores da educação sobre caminhos que são possíveis para contornar o problema da aprendizagem nas escolas:

Paulo Freire: Aprendizado Conjunto

Paulo Freire (1921-1997), um dos mais célebre educadores brasileiros, que já foi homenageado e usado como referência teórica em diversas escolas pelo Brasil e pelo mundo, propôs que as instituições educacionais deveriam buscar o aprendizado em conjunto. Para ele existe uma crítica no ensinar como transmitir o saber, porque nós como seres humanos somos sempre seres incompletos, e o professor é o agente que vai possibilitar que haja a criação e a produção do conhecimento. Todo aluno pode e deve ter condições facilitadas pelo professor para que haja um auto-aprendizado. Várias escolas tiveram sucesso com o seu modelo, inclusive fora do Brasil, como a Revere High School, escola pública que se localiza na cidade de Revere em Massachussets, nos EUA.

Paulo Freire

Com o aprendizado conjunto o ensino acontece em uma via de mão dupla, o aluno aprende com o professor e vice-versa. Além disso o aluno é estimulado pela curiosidade a ter autonomia para buscar o conhecimento em assuntos que não sabe ou não domina. Veja como a startup TutorMundi promove o aprendizado em conjunto.

Pestalozzi: Aprendizagem pela afetividade

Johann Pestalozzi (1746-1827) foi um pensador suíço fortemente influenciado pelas ideias de Jean Jacque Rousseau, criando um modelo educacional que levava em conta outros aspectos, além dos cognitivos no processo de aprendizagem, como os físicos e emocionais. De acordo com ele, os sentimentos poderiam despertar o aprendizado autônomo na criança e no jovem, principalmente estimulados pela afetividade. A escola idealizada por ele, deveria se inspirar no ambiente familiar de segurança e afeto, trazendo essa perspectiva para dentro da sala de aula, transformando-se em uma extensão do lar. Várias escolas usam sua abordagem desde que ele propôs a sua metodologia, e alguns de seus conceitos estão presentes em diversas instituições, como por exemplo as aulas-passeio, mais conhecidas como trabalhos de campo ou excursões.

Pestalozzi

A afetividade é um pilar essencial no aprendizado dos alunos e o professor, que geralmente costuma lecionar por 50 minutos para cada turma, não tem o tempo necessário para dar atenção individualizada para cada estudante. No app do TutorMundi os alunos tem o apoio de universitários que passaram por dificuldades de aprendizagem parecidas e agora podem ensinar para eles falando a mesma linguagem. As relações de aprendizagem ganham um nível de confiança e amizade entre tutor e aluno que ajudam na superação de barreiras de ensino das matérias.

Célestin Freinet: Ensino com base no interesse dos alunos

O francês Célestin Freinet (1896-1966) foi ferido na Primeira Guerra Mundial, o que causou um problema em seus pulmões que dificultava a sua fala e o impedia de dar aulas da forma tradicional em sua época. Para superar esse desafio, ele buscou maneiras de ensinar que não dependessem exclusivamente da transmissão de conhecimento do professor. Para ele a escola é um lugar de experimentação, onde o aluno pode cometer falhas e aprender com elas. Ele defendia que os alunos deveriam ir em busca do conhecimento além da sala de aula, que buscassem frequentar bibliotecas, que pudessem juntar a teoria com a prática por meio de formulação de hipóteses e testes. Ele defendia que o professor não possuía posição de autoridade em relação ao aluno, colocando-o na mesma posição que o aluno, numa relação de camaradagem e facilitação do ensino.

Célestin Freinet

Há muitos anos os alunos buscam aprender sobre as matérias além da sala de aula, seja buscando por respostas no Google, seja assistindo vídeos no Youtube ou perguntando para amigos. Esse processo pode fazer com que o aluno possa buscar formas alternativas de resolver dúvidas nas matérias, e caso não consiga uma explicação satisfatória, usar o app do TutorMundi para validar o conhecimento aprendido estudando sozinho por outros meios que não sejam a vivência da sala de aula.

Os educadores deixaram um legado importante para as próximas gerações sobre como contornar as barreiras geradas pela homogeneização do aprendizado dos alunos. Agora o papel das escolas é a elaboração de um plano de ação para melhorarem o ambiente de ensino para o desenvolvimento individual de cada estudante, para que ele atinja seu máximo potencial.

...