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Como utilizar a tecnologia para m... Como utilizar a tecnologia para melhorar a aprendizagem dos alunos

janeiro 15, 2020

Segundo a pesquisa Challenger, realizada pelo Google for Education, 91% dos educadores acreditam que a tecnologia na escola torna o aprendizado mais envolvente, 90% concordam que a tecnologia ajuda a economizar tempo e 81% acreditam que a parte mais importante do seu trabalho é ensinar aos alunos as habilidades do futuro. 

Ou seja, a grande maioria das pessoas dentro das instituições de ensino já entendem a importância e o poder transformador que a tecnologia tem. Porém, o real desafio ocorre na prática, no dia a dia de professores e coordenadores. 

Por isso, nesse artigo, você vai entender como utilizá-la para tirar os projetos do papel, explorar as novas possibilidades na educação e, com isso,  melhorar a aprendizagem dos alunos. 

Tecnologia na educação para melhorar a aprendizagem dos alunos

Ao longo dos anos o perfil do aluno mudou, por isso, as aulas apenas expositivas, passivas e receptivas não funcionam mais. Hoje, eles estão o tempo todo conectados e recebendo novas informações, o que torna o trabalho da gestão e do corpo docente ainda mais difícil. 

Nesse novo cenário, é preciso repensar e investir em ações que integram a rotina escolar à realidade. Assim, o aluno fica cada vez mais engajado e se torna protagonista do seu processo de aprendizagem. Mas, como fazer isso? 

Com certeza seus alunos passam grande parte do dia utilizando smartphones e outros dispositivos conectados à internet. E se a sua instituição de ensino fizesse parte disso? Com aplicativos e plataformas online de estudo é possível que todo esse tempo seja melhor aproveitado.

Assim, os professores podem disponibilizar atividades com devolutiva imediata e ainda contar com a ajuda de tutores para tirar todas as dúvidas dos estudantes. Dessa forma, também é possível gerar dados a partir de todas as interações do aluno com o conteúdo, o que facilita os processos de analitycs na educação. 

Por outro lado, a escola também se beneficia muito com a utilização de ferramentas tecnológicas e, com elas, pode facilmente reduzir custos operacionais, facilitar o acompanhamento pedagógico individual, aproximar pais, alunos e professores e diminuir o tempo gasto com a criação e correção de atividades.

A tecnologia tem causado um impacto tão positivo em sala de aula que até mesmo a Base Nacional Comum Curricular está se adequando a esse movimento. Os principais pilares da BNCC buscam o desenvolvimento completo da educação, por meio de: conteúdos, avaliação, formação de professores e infraestrutura. E a tecnologia pode estar presente em todas essas áreas, facilitando processos e melhorando o desempenho dos estudantes. 

Ou seja, ela não transforma apenas o modo como os estudantes enxergam e interagem com o ambiente escolar, mas também melhora a realidade de gestores, coordenadores e professores. 

Como incentivar o uso da tecnologia na sua escola?  

Para que tudo isso funcione na prática, é preciso do engajamento de todos dentro da instituição de ensino e que eles enxerguem os resultados proporcionados pela inserção da tecnologia no processo de aprendizagem. 

Por isso, o papel dos diretores e coordenadores é criar um ambiente favorável para que todos os atores do processo de construção de conhecimento possam ter a melhor experiência. 

Nessa conjuntura, é fundamental buscar novas metodologias, ferramentas e métodos de ensino que possam otimizar processos, facilitar o acompanhamento pedagógico ou até mesmo posicionar a instituição como inovadora. 

Além disso, outro componente importantíssimo do trabalho da gestão é incentivar o corpo docente a ter uma cultura de formação continuada e compartilhar informações relevantes que possam ajudá-los a desenvolver habilidades. Assim, fica mais fácil acompanhar o ritmo acelerado das mudanças. 

Uma pesquisa realizada pela TIC Educação, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, analisou justamente esse cenário e identificou que 86% dos professores de escolas particulares buscam, por conta própria, se informar sobre novos recursos e inovações tecnológicas. Ao mesmo tempo, 60% deles recebem apoio dos coordenadores pedagógicos para se informar sobre tecnologia. 

Esse compartilhamento de informações é essencial para diminuir a resistência de todos em relação à quebra de paradigmas que a tecnologia na educação proporciona. 

Conclusão 

Utilizar a tecnologia na aprendizagem não significa apenas comprar novos computadores para sua escola ou transferir o conteúdo do livro para tablets de última geração. É, por outro lado, realmente integrar suas diversas possibilidades no processo de construção de conhecimento.

Hoje, ela é muito mais do que uma ferramenta, é uma forma de enxergar o mundo, de se comunicar e, principalmente, de aprender. Então, as escolas precisam se adaptar para acompanhar as novas formas de estudar que os jovens estão buscando. 

A boa notícia é que você não precisa fazer tudo isso sozinho. Soluções educacionais como a Studos e a TutorMundi surgiram para ajudar as instituições de ensino a construir experiências mais eficazes e eficientes. 

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4 dicas práticas para reduzir a e... 4 dicas práticas para reduzir a evasão no seu cursinho

novembro 13, 2019

Seu cursinho enfrenta dificuldades em reduzir a evasão? Descubra nesse artigo dicas práticas de como motivar e engajar os alunos da sua instituição.

Muitas pessoas tem um sonho que desejam alcançar ao longo da sua jornada e, ao menos uma vez na vida, ele está relacionado a educação e a formação delas como pessoas. Entretanto o caminho para se chegar lá é longo e demanda muito mais do que apenas o tempo para o estudo.

São vários os obstáculos que aparecem na vida do estudante que podem levá-lo a desistir dos estudos, como por exemplo: dificuldades de aprendizagem, má gestão das instituições de ensino, problemas financeiros, etc. Algumas situações são incontroláveis (ex: questões financeiras) e outras podem ser contornadas pela sua instituição de ensino de forma a reduzir a evasão. Veja as 5 dicas que separamos para você manter os seus alunos engajados e motivados ao longo do ano:

1) Entenda os custos da evasão e mapeie os principais motivos

Os exemplos que citamos acima sobre os motivos que levam um aluno a desistir de estudar pelo seu cursinho ou escola são exemplos mais genéricos. Cada instituição tem um perfil diferente de estudante e entender a realidade de cada um deles vai ajudar no mapeamento da origem da evasão.

Esse mapeamento deve ocorrer juntamente com o entendimento de quanto custa a saída de um aluno da sua escola/cursinho. Já dizia o grande teórico do marketing Philip Kotler: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”. Os esforços para manter um aluno que já conhece a sua instituição e confia no método aplicado pelos professores representa uma economia grande para o seu negócio.

2) Acompanhe a frequência dos alunos

A saída de um aluno não acontece da noite para o dia, e ele pode dar alguns sinais antes de abandonar os estudos. O primeiro deles pode ser a ausência nas aulas de forma mais frequente. É importante que a sua escola/cursinho tenha um sistema de monitoramento de presença e faltas para que aconteça uma aproximação efetiva com os seus alunos. Dessa forma você consegue entender quando o aluno está demonstrando falta de engajamento e ter uma abordagem de ajuda para que ele possa ter o apoio necessário.

3) Entenda se a metodologia está ajudando o aluno

O seu aluno está no centro de todo o aprendizado que é passado pelos professores? Em uma sala de aula tradicional as informações são passadas de forma unilateral para os alunos, e na maior parte das vezes ignora que cada um tem uma forma diferente de aprendizado. Muitas escolas e cursinhos estão propondo uma abordagem PBL (Aprendizagem Baseada em Problemas) de forma que o estudante possa incorporar conceitos por caminhos alternativos, por meio de projetos transdisciplinares.

4) Invista em tutoria online

Reduzir a evasão não é um problema com uma resposta simples, como você pode ver ao longo do texto. Muitos estudantes sentem dificuldade de aprender em sala de aula, e após o término de uma aula com o professor, o momento de estudar sozinho fica mais complicado.

Alguns cursinhos e escolas já possuem o seu próprio sistema de monitoria com professores, ex-alunos e voluntários que estão dispostos a ensinarem por mais tempo para quem vai prestar o vestibular. Entretanto essas sessões de monitoria contam com vários problemas como salas lotadas, dificuldade de locomoção dos alunos para um espaço físico onde possam tirar suas dúvidas e falta de disponibilidade dos voluntários que vão ajudar nesse processo.

É nesse momento que entra a tutoria online. Ela é uma forma de estender a influência das monitorias na vida dos alunos em qualquer hora do dia que eles sentirem a necessidade de aprender mais. Por exemplo, pode ser que o aluno tenha dificuldades em Equações do 2º grau em Matemática, e após sair da aula, queira tirar uma dúvida com o professor fisicamente. Só que o professor pode ter que dar outras aulas e tem um espaço de tempo muito curto para dar atenção ao aluno. Com a tutoria online esse tipo de situação não acontece mais, e o estudante pode ser ensinado a qualquer momento.

Conclusão

Existem várias possibilidades de reduzir a evasão dos seus alunos, e cada uma pode se adequar de forma diferente a sua instituição de ensino. A equipe do TutorMundi desenvolveu uma forma de contornar alguns desses problemas através de relatórios personalizados para cada aluno por meio de uma plataforma que capta dados de aprendizado em tempo real. Caso queira conhecer mais sobre a nossa solução clique aqui.

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O que é a avaliação diagnóstica e... O que é a avaliação diagnóstica e como ela pode ajudar a sua escola

novembro 7, 2019

Para garantir a qualidade do ensino e manter ele como referência para outras instituições, as escolas devem revisar sempre as metodologias usadas para avaliar os alunos. O ponto chave dessa revisão e atualização de processos está fundamentado na avaliação diagnóstica, mas o que exatamente significa esse termo? Confira no nosso texto o que é e como se beneficiar desse recurso na sua escola.

Como surgiu a avaliação diagnóstica?

A ideia de avaliação diagnóstica surgiu no momento em que as escolas públicas decidiram eliminar a necessidade de repetência do ano escolar no ensino fundamental com a progressão continuada. A progressão foi implantada de acordo com as recomendações contidas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996.

Para entender o impacto da criação dessa avaliação é importante entender sobre outros tipos de avaliação como as somativas e as formativas. Veja o que cada uma representa no processo educacional dos alunos:

Avaliações Somativas

São aquelas que avaliam a aprendizagem dos alunos no término de determinado período. Geralmente elas decidem o destino dos alunos na sua evolução do conhecimento escolar, se vão avançar de série ou repeti-la. As avaliações somativas são guiadas pela aprovação por meio de notas. Veja abaixo um exemplo de avaliação somativa:

avaliação somativa
Avaliação somativa

Avaliações Formativas

São aquelas que promovem feedbacks mais ágeis para os alunos, sobre pontos que eles precisam melhorar de forma mais rápida em seu aprendizado. Veja um exemplo abaixo de avaliação formativa:

avaliação formativa
Avaliação formativa

Avaliações Diagnósticas

Já as avaliações diagnósticas contribuem para o conhecimento dos alunos promovendo a aprendizagem por meio da análise da adequação entre o programa de ensino e os conhecimentos dos alunos. É comum que elas sejam aplicadas no início do ano, para que o professor tenha tempo de planejar e adaptar o seu plano de aula as necessidades da sua turma. Veja um exemplo abaixo de avaliação diagnóstica:

Avaliação diagnóstica
Avaliação diagnóstica

Veja no quadro abaixo como cada uma das avaliações se diferenciam entre si sobre o que representam, quando ocorrem, para que servem e para quem servem:

tipos de avaliações escolares
Quadro comparativo de tipos de avaliações escolares.
Fonte: Ana Rita de Souza – SESI

Como minha instituição de ensino pode se beneficiar da avaliação?

Pela avaliação diagnóstica é possível avaliar o método de ensino, competências, e habilidades de uma forma mais rica e analítica. Outros sistemas valorizam mais a nota alcançada no fim do bimestre/trimestre/ano letivo do aluno e isso pode prejudicar a evolução do aprendizado.

No planejamento dos métodos avaliativos deve se levar em conta como cada objetivo será acompanhado. Alguns serão realizados por meio de prova; outros, por meio de um projeto interdisciplinar; outros, por meio de uma apresentação oral, etc. 

A partir da necessidade apresentada pelos alunos é possível montar um mapa de prova, que pode ser agrupado pelas habilidades e conteúdos específicos. Isso permite que as fragilidades dos alunos sejam observadas com mais clareza pelos docentes. Veja abaixo um exemplo de mapa de prova:

Mapa de prova
Fonte: Primeira Escolha

Dessa forma os alunos podem ser agrupados de acordo com suas principais dificuldades. Além disso há a possibilidade de um trabalho mais individualizado com tais grupos, e também, permitir um feedback particular a cada aluno.

Como colocar em prática?

Existem várias formas de aplicar as avaliações diagnósticas e colocá-las em prática na sua instituição de ensino. Veja algumas ideias que separamos para você:

Debates

Os debates representam uma forma bem interessante dos alunos aplicarem o conhecimento adquirido com as próprias palavras, experiências e vivências. Além disso é uma forma dos alunos praticarem o valor da empatia, do saber ouvir, respeito e paciência com a opinião do outro.

Redações

Desde a etapa de alfabetização, os alunos são estimulados a produzirem conteúdos escritos que ajudam no aprendizado de regras gramaticais, vocabulário e níveis de escrita. Promover a constante produção de redações na sua escola pode ajudar a identificar possíveis lacunas a serem preenchidas com aulas mais personalizadas.

Tecnologia na sala de aula

Muita coisa evoluiu nos últimos 10 anos no que se refere a tecnologias digitais, e a sala de aula não ficou fora dessa constante mudança. A inclusão de aplicativos digitais não é apenas um caminho alternativo no ensino, é uma urgência, afinal qual aluno hoje não tem acesso a internet?

Pensando nessa evolução, muitas startups de educação desenvolveram ferramentas que dão um suporte para a análise e atuação em uma avaliação diagnóstica. Uma das principais é o TutorMundi, no qual o aluno pode buscar o conhecimento ativamente se conectando com tutores que estudam nas melhores universidades do Brasil como ITA, USP, IME, Unicamp, UFRJ, UFMG.

Por meio da ferramenta é possível saber quantas dúvidas os alunos tiveram em cada matéria, quantas horas foram estudadas e quais subtópicos geram maior dificuldade. Caso queira fazer uma consulta especializada sobre a sua escola clique aqui.

Conclusão

O papel da avaliação diagnóstica é acima de tudo dar oportunidades para os alunos aprenderem da melhor forma possível de acordo com as suas necessidades. A identificação dos pontos fortes e fracos dos alunos permite que as escolas possam entregar ações pedagógicas que vão beneficiar não somente os estudantes, mas a instituição de ensino como um todo.

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